O Observatório Nacional de Inclusão Digital (ONID) é uma iniciativa do Governo Federal em conjunto com a sociedade civil organizada que atua na coleta, sistematização e disponibilização de informações para o acompanhamento e avaliação das ações de inclusão digital no Brasil.
Além de ser uma importante ferramenta para os gestores de políticas públicas e iniciativas nessa temática, o ONID disponibiliza à sociedade informações detalhadas sobre os telecentros existentes em todo o país.
Para tanto, o ONID está cadastrando telecentros, centros de inclusão digital, infocentros ou outros espaços coletivos sem fins comerciais de uso da tecnologia da informação conectados à internet. Ele funciona como um mapa de inclusão digital e consiste em um cadastro que fará o levantamento de todos os telecentros existentes no país.
Os três principais critérios levados em conta para o cadastramento no ONID são:
Aqueles envolvidos no ONID trocarão informações e experiências relacionadas a projetos de inclusão digital estimulando, desta forma, parcerias entre as instituições participantes e o governo federal. Esta união resultará no banco de dados com documentação sobre projetos e atividades na área, aberto à consulta pública. Apesar de estar vinculado a entidades do governo em sua etapa inicial, a idéia é que o observatório se torne uma instância independente, composta e mantida por iniciativas de diversas esferas da sociedade.
Além do cadastro, o ONID disponibiliza diversos materiais sobre inclusão digital em seu Banco de Referências, procurando também articular todas as pessoas envolvidas nesses projetos através da Comunidade de Prática. Para se cadastrar em nosso mailing e receber nosso boletim eletrônico envie seus dados para onid@ipso.org.br.
O Secretário-Adjunto de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, e um dos idealizadores deste Observatório, explica objetivos e conceitos do ONID.
Duração: 9:14 minTelecentros, muitas vezes também chamados de infocentros, são locais de acesso à Internet e de utilização de outros recursos de informática. Abertos a uma comunidade local, oferecem cursos e, principalmente, uso livre dos equipamentos por um tempo determinado, em geral com orientadores para possíveis auxílios ao usuário.
São espaços de uso coletivo e, dependendo do grau de apropriação desse espaço pela comunidade, podem inclusive abrigar projetos coletivos desenvolvidos a partir de TIC (tecnologias de comunicação e informação). Assim, a utilização do espaço se relaciona com serviços, lazer, capacitação profissional, educação, política, saúde, produção cultural, comunicação e demais áreas, já que consiste em uma ferramenta de acesso e de produção de informação e conhecimento.
A manutenção do espaço e dos equipamentos pode estar a cargo de um projeto público ou privado, ou mesmo da própria comunidade.